14 de novembro de 2011

A contribuição “marxista” de Florestan Fernandes

Prezad@s Alunos de Sociologia da Educação II,

Dentro do que acabamos de discutir nessa parte do curso, segue a sugestão do filme "Florestan Fernandes, O Mestre".

Abs, Marcos Marques

Multifuncionalidade e desenvolvimento rural sustentável

Prezad@s Alunos de Educação do Campo,

Segue a sugestão de textos para a aula do dia 23 de novembro, que terá como tema "A Educação do campo sob a perspectiva de uma 'nova ruralidade'":

Marco Social, vol. 9, nº 1, julho 2007. Especialmente o artigo de Luiz Carlos Miranda e Alberto Renault Adib, "Multifuncionalidade e desenvolvimento rural sustentável. Marco Social", pp. 06-11.

Na próxima aula, do dia 16 de novembro, ainda discutindo "Educação do campo e movimentos sociais", teremos a apresentação dos últimos seminários.

Até lá!

Abs, Marcos Marques

Karl Marx: ascenção e 'queda' do sistema da propriedade privada

Prezad@s Alun@s de Sociologia da Educação I,

Como combinado, segue a apresentação da aula "A crítica materialista, histórica e dialética de Karl Marx: ascenção e 'queda' do sistema da propriedade privada".

Att. Marcos Marques

6 de novembro de 2011

O MST e a educação: virtudes e desafios


Prezad@s Alun@s de Educação do Campo,

Sugestão de dois textos para subsidiar os debates da nossa próxima aula sobre "Educação do Campo e Movimentos Sociais" (09/11/2011), com destaque para o papel do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST):

- SETE TESES EQUIVOCADAS SOBRE AS LUTAS SOCIAIS NO CAMPO: o MST e a reforma agrária
Por Zander Navarro

- O MST e a formação dos sem terra: o movimento social como princípio educativo
Por Roseli Caldart

Até lá!

Att. Marcos Marques

19 de outubro de 2011

UFF cria o Programa de Produtos Estudantis

Prezad@s,

Veja no Boletim de Serviço 159-2011 da UFF o lançamento do Programa de Produtos Estudantis, que visa dar apoio aos estudantes regularmente inscritos nos cursos de graduação ou pós-graduação da UFF para desenvolverem relevantes produtos acadêmicos, artísticos ou culturais, por meio de concessão de bolsas estudantis, de aquisição de equipamentos e mobiliário a serem tombados pela UFF, de material de consumo e de contratação de serviços de pessoa jurídica, utilizando, conforme o caso, recursos do PNAES, do PDI, de livre ordenação da PROAES ou da PROPPi, ou outros recursos de custeio e capital disponíveis.

Att. Marcos Marques

18 de outubro de 2011

Campanha contra o fechamento das escolas rurais

CAMPANHA FECHAR ESCOLAS É CRIME!
Mais de 24 mil escolas do campo foram fechadas nos últimos oito anos

A Educação é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal (Título II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, Capítulo III, seção I) - direito de todos e dever do Estado. Entretanto, nos últimos anos, milhares de crianças e adolescentes, filhos e filhas de camponeses, estão sendo privados deste direito.

Nos últimos oito anos, mais de 24 mil escolas do campo foram fechadas. Os dados do Censo Escolar do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), do Ministério da Educação, apontam que, no meio rural, existiam 107.432 escolas em 2002. Já em 2009, o número de estabelecimentos de ensino reduziu para 83.036.

Para essas famílias camponesas, o anúncio do fechamento de uma escola na sua comunidade ou nas redondezas significa relegar seus filhos ao transporte escolar precarizado, às longas viagens diárias de ida e volta, saindo de madrugada e chegando no meio da tarde; à perda da convivência familiar, ao abandono da cultura do trabalho do campo e a tantos outros problemas.

O resultado comum desse processo é o abandono da escola, por grande parte daqueles levados do campo para estudar na cidade. É por essa razão que os níveis de escolaridade persistem muito baixos no campo brasileiro, em que pese tenha-se investido esforços e recursos para a universalização da educação básica.

Portanto, fechar uma escola do campo significa privar milhares de jovens de seu direito à escolarização, à formação como cidadãos e ao ensino que contemple e se dê em sua realidade e como parte de sua cultura. Num país de milhares de analfabetos, impedir por motivos econômicos ou administrativos o acesso dos jovens à escola é, sim, um crime!

A situação seria ainda mais grave não fosse a luta dos movimentos sociais do campo, por políticas de ampliação, recuperação, investimentos, formação de educadores e construção de escolas no campo. Importantes para reduzir a marcha do descaso dos gestores públicos para com os sujeitos do campo, mas insuficiente para garantir a universalização do acesso à educação no campo.

Denunciamos essa trágica realidade e conclamamos aos gestores públicos municipais, estaduais e federais que suspendam essa política excludente, revertendo o fechamento de escolas e ampliando o acesso á educação do campo e no campo. Conclamamos também a sociedade brasileira para que se manifeste em defesa do direito humano à educação, em defesa dos direitos das crianças, adolescentes e jovens do campo frequentarem a educação básica, no campo.

Defender as escolas do campo é uma obrigação, fechar escolas é um crime contra as futuras gerações e a própria sociedade!

Para assinar, clique aqui: http://www.petitiononline.com/camfeccr/petition.html

--
Att. Marcos Marques de Oliveira
Prof. Adj. de Sociologia da Educação
Chefe do Departamento de Educação
Instituto de Educação de Angra dos Reis / UFF
Pesquisador do NUFIPE (Núcleo de Estudos e
Pesquisas em Filsosfia, Política e Educação)

Contatos: marcos_marques@id.uff.br
http://sociologiadaeducacao-iear.blogspot.com
www.nufipeuff.br / www.uff.br

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