Entre os dias 14 e 16 de maio, será realizado o I Seminário Música e Educação do Instituto de Educação de Angra dos Reis (IEAR), uma iniciativa do Grupo de Estudos em Trabalho, Cultura e Educação (GETCE) da Universidade Federal Fluminense (UFF).
Através deste evento, o GETCE fortalecer a linha de pesquisa
Música e Educação no IEAR, além de estreitar os laços com os professores de Artes das redes públicas dos municípios que compõem a Região Costa Verde do Sul
Fluminense: Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis, Rio Claro e Paraty.
Vale lembrar que com a Lei Federal nº 11.769/2008, o Ensino de Música tornou-se obrigatório na disciplina de Artes, o que vem suscitando um intenso debate e troca de experiências entre educadores musicais de todo o país.
Programação:
14/05 – 18h
“Música, Cultura e Educação”
Debate com as professoras Regina Márcia Simão Santos, Adriana Rodrigues Didier, Eliane Maria Vieira e Neila Ruiz Alfonzo, autoras do livro Música, Cultura e Educação.
15/05 – 18h
“Será que sei cantar?”
Debate com a Profa. Sílvia Sobreira, autora do livro Desafinação Vocal.
16/05 – 16h
“Batucada boa!”
Oficina com a Profa. Inês Rocha e os alunos do Colégio Pedro II do Rio de Janeiro.
Endereço:
IEAR/UFF
Av. dos Trabalhadores, 179, Jacuecanga - Angra dos Reis
Telefone (24) 3365-1642
Inscrições
De 23 de abril a 04 de maio de 2012
Pelo e-mail: lucianarequiao.uff@gmail.com
Preço: Gratuito, com Certificação
Número de vagas: 100
SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO - Informativo das Disciplinas de Sociologia do IEAR-UFF / Prof. Marcos Marques de Oliveira
2 de maio de 2012
Encontro ANPOCS de Iniciação Científica - EAIC
Visando ampliar mais espaço acadêmico aos estudantes de graduação de
Ciências Sociais, A ANPOCS comunica que neste ano de 2012, realizará o
"Encontro ANPOCS de Iniciação Científica - EAIC", dia 21 outubro, Águas
de Lindoia -SP, onde serão apresentados 15 Grupos de Trabalho.
Estes Grupos de Trabalho do EAIC, estarão recebendo submissões de trabalho no prazo de 30 de abril até 25 de maio próximo. Veja o Edital para submissão com os respectivos 15 GTs no site da entidade.
Estes Grupos de Trabalho do EAIC, estarão recebendo submissões de trabalho no prazo de 30 de abril até 25 de maio próximo. Veja o Edital para submissão com os respectivos 15 GTs no site da entidade.
26 de abril de 2012
Manifesto em Apoio às Organizações Sociais do Campo
Na segunda-feira, dia 16 de abril, foi entregue oficialmente
o "Manifesto de Intelectuais em Apoio à Declaração das Organizações
Sociais do Campo" ao ministro Gilberto Carvalho.
O Manifesto reuniu 2.007 assinaturas - incluindo a do autor
deste Blog - e obteve adesões de nomes expressivos de estudiosos da questão
agrária, além de pesquisadores de outras temáticas, envolvendo antropólogos,
sociólogos, economistas, historiadores, cientistas políticos, filósofos,
jornalistas, psicólogos, advogados, etc.
Abaixo, o texto que foi redigido por Moacir Palmeira (Museu
Nacional/UFRJ), Leonilde Medeiros (CPDA/UFRRJ), Sérgio Leite (Museu
Nacional/UFRJ), John Comerford (Museu Nacional/UFRJ), Sérgio Pereira Leite
(CPDA/UFRRJ) e Marta Cioccari (Museu Nacional/UFRJ);
___________________________
Manifesto em apoio à declaração das organizações sociais no campo
Nós, professores e pesquisadores de diferentes instituições
do país, declaramos nosso apoio ao manifesto conjunto lançado por doze
organizações sociais que atuam no campo - Associação dos Povos Indígenas do
Brasil (APIB), Cáritas Brasileira, Conselho Indigenista Missionário (Cimi),
Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Comissão
Pastoral da Terra (CPT), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura
Familiar (Fetraf), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento Camponês
Popular (MCP), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Movimento dos Pequenos
Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e Via
Campesina Brasil - e que deflagraram uma luta unificada em defesa da Reforma
Agrária, dos direitos territoriais e da produção de alimentos saudáveis, no
Seminário Nacional de Organizações Sociais do Campo, realizado nos dias 27 e 28
de fevereiro de 2012, em Brasília.
Consideramos que, apesar de avanços importantes registrados
em políticas – sociais, especialmente - adotadas pelo governo federal nos
últimos dez anos, no que tange à questão agrária o essencial ainda está por ser
feito.
Entendemos que uma solução definitiva para a questão agrária
passa pela democratização da propriedade da terra. O desempenho econômico do
chamado agronegócio, em algumas regiões do país, não deve maquiar a existência
de precárias condições de vida de amplos segmentos da população tanto na cidade
como no campo. Além disso, há ilegalidades que precisam ser enfrentadas, como a
existência de milhões de hectares da União ocupados irregularmente por grandes
fazendas, em estados como o Mato Grosso, enquanto milhões de famílias aguardam
por um pedaço de terra para plantar.
As áreas de concentração de assentamentos rurais em todo o
país mostram, por outro lado, que uma distribuição de renda mais efetiva pode
ser conquistada em situações com forte presença da agricultura familiar.
Reconhecemos que pôr um fim a séculos de exploração e de
desigualdades existentes no país não é tarefa fácil para nenhum governo, mesmo
porque muitos avanços relacionados à democratização do uso do solo, da água e
proteção dos recursos naturais tropeçam, por vezes, em decisões de um Congresso
que, em boa parte, está comprometido com formas (tradicionais ou modernas) de
dominação social. No entanto, é preciso que este governo se empenhe fortemente
para evitar a produção de novas iniquidades tanto na cidade como no campo.
Importantes medidas foram tomadas – como o limite imposto à
estrangeirização das terras no país -, mas há questões prementes que se
encontram estancadas, inclusive registrando-se um declínio no processo de
desapropriação de terras para a Reforma Agrária e no orçamento destinado a este
fim. É preciso uma reação firme e decidida a isso. É preciso que o governo se
comprometa a implantar uma Reforma Agrária ampla, massiva e imediata,
beneficiando populações rurais e urbanas.
Uma questão que não pode ser esquecida está relacionada às
consequências sociais e ambientais da construção de novas barragens para
hidrelétricas. Obras desta natureza não podem ser levadas a efeito sem se
considerar seriamente os impactos sociais, ecológicos, econômicos e culturais
para as populações atingidas, direta ou indiretamente, por estas drásticas
modificações na paisagem e em seu modo de vida. O governo deve ficar atento
ainda à atuação das mineradoras que vêm conduzindo um processo de expropriação
das populações tradicionais nos locais onde operam, muitas vezes com ameaças
veladas (e até mesmo explícitas) às terras indígenas.
Por fim, enfatizamos que é preciso acabar com a impunidade
envolvendo os crimes e as violências praticadas no campo contra trabalhadores,
líderes sindicais, ativistas sociais e religiosos – crimes esses que maculam,
escandalosamente, a construção da democracia no Brasil, especialmente nas
regiões Norte e Nordeste. Os assassinatos, as violências, as perseguições e as
intimidações praticadas pelo latifúndio, por fazendeiros, empresários,
grileiros e por seus agentes (jagunços, pistoleiros e milícias privadas) não
podem ter lugar e ficar impunes num país democrático.
Outro modo de violência está relacionado às formas
degradantes do trabalho, com uma exploração abusiva da mão-de-obra e
desrespeito total aos direitos. Em que pesem as manifestações e ações de
setores do governo em relação a estas questões, há muito ainda por ser feito
para que as violências no meio rural sejam efetivamente punidas e para que os
direitos dos trabalhadores, assim como os direitos humanos, passem a ser
respeitados.
Pelas razões expostas, unimo-nos ao manifesto lançado pelas
doze entidades, que configura uma aliança histórica entre essas organizações
que atuam no campo, no sentido de pressionar o governo a acelerar a Reforma
Agrária e a promover políticas para o desenvolvimento rural com distribuição de
renda, entre outros aspectos.
_______________
Veja matéria sobre o assunto em:
http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=19981
21 de abril de 2012
Eventos da UFF na semana de 23 a 30 de abril
- 21 a 29/4 - Exposições no Projeto Spettacolo - Encontro Itália-UFF
- http://eventos.uff.br/exposicoes-no-projeto-spettacolo-%E2%80%93-encontro-italia-uff
- 23 e 24/4 - 3º Ciclo Internacional de Conferências e Debates: "Crises na Esfera Educativa - Violências, Políticas e o Papel do Pesquisador"
- http://eventos.uff.br/3%C2%BA-ciclo-internacional-de-conferencias-e-debates-%E2%80%9Ccrises-na-esfera-educativa-violencias-politicas-e-
- 24 a 27/4 - Semana Iear (Instituto de Educação de Angra dos Reis) 2012
- http://eventos.uff.br/semana-iear-2012
- 25 a 28/4 - Congresso das Américas sobre Educação Internacional (Caei) 2012
- http://eventos.uff.br/congresso-das-americas-sobre-educacao-internacional-caei-2012
- 25/4 - UFF Debate Brasil - Tema: "Planejamento e Sustentabilidade na Engenharia das Cidades"
- http://eventos.uff.br/uff-debate-brasil-tema-%E2%80%9Cplanejamento-e-sustentabilidade-na-engenharia-das-cidades%E2%80%9D
- 25/4 - Festival Internacional do Filme de Pesquisa sobre História e Memória da Escravidão Moderna
- http://eventos.uff.br/festival-internacional-do-filme-de-pesquisa-sobre-historia-e-memoria-da-escravidao-moderna
Abs, Marcos Marques
- http://eventos.uff.br/exposicoes-no-projeto-spettacolo-%E2%80%93-encontro-italia-uff
- 23 e 24/4 - 3º Ciclo Internacional de Conferências e Debates: "Crises na Esfera Educativa - Violências, Políticas e o Papel do Pesquisador"
- http://eventos.uff.br/3%C2%BA-ciclo-internacional-de-conferencias-e-debates-%E2%80%9Ccrises-na-esfera-educativa-violencias-politicas-e-
- 24 a 27/4 - Semana Iear (Instituto de Educação de Angra dos Reis) 2012
- http://eventos.uff.br/semana-iear-2012
- 25 a 28/4 - Congresso das Américas sobre Educação Internacional (Caei) 2012
- http://eventos.uff.br/congresso-das-americas-sobre-educacao-internacional-caei-2012
- 25/4 - UFF Debate Brasil - Tema: "Planejamento e Sustentabilidade na Engenharia das Cidades"
- http://eventos.uff.br/uff-debate-brasil-tema-%E2%80%9Cplanejamento-e-sustentabilidade-na-engenharia-das-cidades%E2%80%9D
- 25/4 - Festival Internacional do Filme de Pesquisa sobre História e Memória da Escravidão Moderna
- http://eventos.uff.br/festival-internacional-do-filme-de-pesquisa-sobre-historia-e-memoria-da-escravidao-moderna
Abs, Marcos Marques
Sobre "voluntariado": diálogo com um anônimo
Para dar mais visibilidade a um diálogo que venho travando com um leitor anônimo desse nosso blog, coloco em post os comentários incluídos na última postagem, na qual eu informava aos alunos sobre a possibilidade de participar como voluntários da Rio +20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável, que será realizada de 13 a 22 de junho de 2012.
Como estive presente na Rio 92, especialmente para assistir uma inesquecível apresentação da saudosa banda punk francesa "Mano Negra" (com a riquíssima participação de Jello Biafra, vocalista da californiana "Dead Kennedys"), penso que para universitários em formação (como eu era na época) é uma boa oportunidade para assistir importantes palestras sobre o tema da "sustentabilidade" e, ainda, fazer contatos para, quem sabe, futuras oportunidades.
Mas, parece que o Sr. Anônimo não concorda, como se verá a seguir:
______________
[Anônimo disse...]
"Trabalho voluntário não! Devemos dizer não a qualquer forma
de trabalho voluntário.Todos devem ser recompensados financeiramente pelo suor
de seus trabalhos."
[Marcos Marques respondeu...]
"Como o termo expressa: é voluntário. Vai quem achar que pode
ser interessante ganhar experiência sobre o assunto e fazer contatos que
possam, quem sabe, no futuro, servir de "meio de vida". O "valor",
como ensinava o velho Marx, nem sempre é em "moeda".
[Anônimo replicou...]
"Então ser voluntariado este é o grande problema nos dias
atuais. Se pensarmos desta forma estaremos também compartilhando da idéia de
trabalhar como voluntariado na Copa. Enquanto uns trabalham numa forma
escravocrata , mesmo que mesmo "voluntariamente" queira fazer tal
trabalho que em suma é uma coisa sacerdotal. Poderiamos isso é opção. Devemos
dizer e mostrar a verdadeira faceta do que significa um trabalho voluntário em
uma instituição que não é filantrópica e sim que estas instituições são
milionárias, logo deveria sim pagar pelo serviço prestrado. Se agirmos desta
forma estaremos ainda compartilhando de uma perversidade onde qualquer um pode
ser voluntário na escola, desvalorizando e precarizando ainda mais a o trabalho
docente.E tem mais eu nunca li que Marx compartilhava dessa teoria de
exploração do trabalho alheio.Isso é exploração do trabalho alheio e Marx era
fundamentalmente contra."
[Marcos Marques respondeu...]
"Sr. Anônimo, vamos por partes:
a) Não disse e não acho que
"ser voluntariado é o grande problema nos dias atuais";
b) Não me
referi a eventos como a Copa, de caráter institucionalmente privado, mas a Rio
+20, organizado por agências multilaterais;
c) Há diferenças grandes entre
"sacerdócio" (pra vida inteira) e trabalho eventual
"voluntário";
d) Assim, como "eventual", pode até mesmo
dinamizar de forma progressiva o ambiente de alguns espaços que devem ser
"públicos", não "estatais";
e) Também não disse que Marx
compartilhava disso ou aquilo, mas apenas fiz referência sobre a teoria do
Valor na obra do respectivo pensador, na qual o sentido de "valor"
não se restringe à "moeda" (quem faz isso são os burgueses).
Por fim,
apenas agradeço por dar mais dinamicidade a esse espaço dedicado apenas a troca
de idéias com os alunos da nossa disciplina. Isso ajuda no esclarecimento de
todos os pontos de vistas - todos, diga-se, válidos para o esclarecimento da "verdade",
que não está nos "pontos", mas entre eles, na própria relação."
[Anônimo treplicou...]
"O debate está bom, por isso resolvi postar novamente.
Como vc fala, o ponto de nosso desencontro é o trabalho
voluntário. Certo? Apesar de não concordar com esta forma pensar, o qual
acredito que é sim uma forma de exploração do trabalho alheio, eu vou
considerar seu ponto de vista.
Não me referi a eventos como a Copa, de caráter
institucionalmente privado, mas a Rio +20, organizado por agências
multilaterais. Então, gostaria de saber qual a diferença de uma entidade privada
que recebe (muito) dinheiro público (a copa) e entidades como as que organizam
eventos como este Rio+20 que em suma são mecanismos multilaterais que
representam os interesses do grande capital. Entidades como ONU, UNESCO, são
organismos que representam sim interesses do Capital Internacional.
O termo sacerdócio foi usado metaforicamente, como forma de
representar e comparar formas de trabalho. Então, eu trabalho eventualmente e
recebo um valor financeiro (mesmo que ainda discorde do salário), ou seja, é a
troca (que por sinal é única forma que o trabalhador possui para sobreviver). É
a venda de seu corpo, o que por si só representa uma grande desvalorização do
ser humano. Agora pensamos. Se com toda essa exploração, com toda essa
desvalorização nos já trabalhamos quase que em troca de um prato de comida,
imaginemos esta concepção, que o individuo vai trocar seu trabalho (para uma
entidade que poderia pagar pelo seu serviço) apenas por uma troca de favores,
de míseros contatos? Mas, isso não é nada, pois atrás de tudo isso, existe uma
ideologia perversa, em reproduzir uma ideia de voluntariado, que em outras
palavras significa o desmonte do estado em prol das prioridades constitucionalmente
conquistadas com lutas. Neste momento não estou fazendo referências a COPA, RIO
+20, UNESCO, ONU. Estou sim fazendo um breve comentário sobre o desmonte do
estado, dos direitos historicamente adquiridos.
E sobre Marx, você o citou de forma equivocada, talvez tenha
sido infeliz em sua colocação, porque em outras palavras o trabalho voluntário
é uma forma de representar, mesmo que implicitamente a ideologia dominante, da
burguesia, dos organismos internacionais ditos de apoio educacional, como a própria
UNESCO.
E do mais, espero estar aqui contribuindo com o debate, pois
não existem verdades prontas e terminadas, mas sim devemos fazer o debate numa
perspectiva sempre dialética e dialógica."
[Marcos Marques respondeu...]
"Sr. Anônimo,
Obrigado, novamente, pela participação. O diálogo, apesar de
polissêmico, é realmente construtivo.
Apenas algumas discordâncias a considerar.
Não cito Marx (logo, não me equivoco). Apenas utilizo uma de
suas teorias, a do "Valor", para analisar um fenômeno que, diga-se,
não é novo: participação "voluntária" em determinados campos.
Sobre a identificação das agências multilaterais como
organismos do "capital", estrito senso, creio que não coaduna com a
postura do socialismo comunista do velho barbudo, de caráter - sempre -
internaciolista.
Mas, como marxismo não é igreja, vale, como já disse,
qualquer ponto de vista - desde, claro, com algum embasamento.
E se ser "dialético" e "dialógico" é
rejeitar qualquer participação nas instâncias do mundo existente, o que dizer
de Marx (redator de um jornal liberal), Gramsci (partícipe de um partido
reformista), Engels (industrial!), entre tantos, que souberam não confundir o
"desenho" de um mundo ideal com as armas de transformação do mundo
real?
A não ser que acreditemos (o que é um direito) que haja só
um caminho... E que esse caminho é, justa e dogmaticamente, o que a gente
acredita.
Abs, Marcos"
Bem, eis o debate.
Sobre "voluntariado", especificamente, para um melhor entendimento de minha visão sociológica sobre o fenômeno, sugiro a leitura do artigo "Os carrascos 'voluntários' da mídia", publicado em 24 de junho de 2003, no Observatório da Imprensa.
Mas, atenção: uma coisa é construir um ponto de vista crítico sobre um fenômeno; outra coisa é vivenciar esses mesmos fenômenos para aperfeiçoar nossa formação e, quem sabe, até mesmo encontrar novos elementos para aprofundar nossos pontos de vista.
Forte abraço,
Marcos Marques
17 de abril de 2012
Aluno UFF: seja voluntário na Rio +20
Os estudantes da UFF têm até o dia 19 de abril para se inscrever no processo de seleção de voluntários da Rio +20 – Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.
O evento se realiza de 13 a 22 de junho, no Riocentro, Jacarepaguá.
Veja o edital: http://www.noticias.uff.br/noticias/2012/04/edital-voluntario-rio-20.pdf
O evento se realiza de 13 a 22 de junho, no Riocentro, Jacarepaguá.
Veja o edital: http://www.noticias.uff.br/noticias/2012/04/edital-voluntario-rio-20.pdf
UFF comemora 20 anos em Angra dos Reis
Em 2012, a UFF completa 20
anos de atividades na Costa Verde. Para comemorar, o Instituto de Educação
de Angra dos Reis (IEAR/UFF) realizará, de 24 a 27 de abril, a Semana IEAR 2012, com o seguinte tema: "Educação, políticas, identidades e
territórios na Costa Verde”.
É em torno destas questões que diversas atividades acadêmicas foram organizadas, com o objetivo não só de discuti-las, como também de divulgar o plano de expansão da UFF para a respectiva região, que abrange a consolidação do Curso de Pedagogia e a oferta de novas oportunidades de formação em Ensino Superior para a população: o Magistério Indígena Guarani Mbya; a Licenciatura em Geografia; e o Bacharelado em Políticas Públicas.
É em torno destas questões que diversas atividades acadêmicas foram organizadas, com o objetivo não só de discuti-las, como também de divulgar o plano de expansão da UFF para a respectiva região, que abrange a consolidação do Curso de Pedagogia e a oferta de novas oportunidades de formação em Ensino Superior para a população: o Magistério Indígena Guarani Mbya; a Licenciatura em Geografia; e o Bacharelado em Políticas Públicas.
Todos estão convidados!
_______________
PROGRAMAÇÃO
24/04 - Terça-feira
16h: Mesa-Redonda
Formação de professores indígenas guarani
Com Poty Porans (Profa. da Escola Estadual
Indígena Djekupé Amba Arambu / Barragem, SP) e Algemiro da Silva Karai Mirim (Prof. da Escola Indígena
Estadual Guarani Karai Kuery Renda / Angra dos Reis, RJ)
18h: Lançamento de Filme
Kyringue Mbya Reko, de Domingos
Nobre
19h: Mesa-Redonda
Formação de professores indígenas guarani (2ª Parte)
25/04 - Quarta-feira
10h: Palestra
História da Formação Docente no Brasil
Drª Sônia Lopes (Faculdade de Educação da UFRJ)
16h: Mesa-Redonda
Perspectivas do Ensino de Geografia em Angra dos Reis
Com os mestres Yasmin Ribeiro, Leonardo Arantes e Saulo Ladeira, Professores do Curso de Licenciatura em Geografia do
IEAR/UFF
18h: Apresentação Musical
"Parabolicamará", com a Cia. das Artes
Severinas
19h: Mesa-Redonda
Geografia e Formação
do Professor
Com os doutores Carlos Walter Porto-Gonçalves e Ruy Moreira, Professores do Departamento de Geografia da UFF
26/04 - Quinta-feira
16h: Vídeos e Debates
Bracuí: velhas lutas, jovens histórias, de Paulo Carrano (FE/UFF)
É minha terra..., de Ana Mota (ICHF/UFF) e Paulo Carrano (FE/UFF)
Jongos, Calangos e Folias. Música Negra, Memória e Poesia, de
Hebe Mattos e Martha Abreu
19h: Mesa-Redonda
Direitos territoriais e demandas por reconhecimento na
região da Costa Verde: os quilombos da Marambaia, de Santa Rita do Bracuí e
Alto da Serra
Com o Dr. André Videira (NAPP/UFRRJ), o Dr. Fabio Mota (PPGA/UFF) e a Ms. Mirian
Alves (IEAR/UFF)
27/04 - Sexta-feira
16h: Palestra
Educação nos terreiros e como a escola se relaciona com as
crianças do candomblé
Com a Drª Stela Guedes Caputo (PROPED/UERJ)
19h: Palestra
A cidade como espaço educativo
Com a Drª Maria Tereza Goudard Tavares (FFP/UERJ)
21h: Encerramento
Roda de samba
____________________________
Local do Evento:
Pólo Universitário Jair Travassos
Avenida do Trabalhador, 179 – Jacuecanga
23914-360 – Angra dos Reis, RJ – Brasil
Telefone: (24) 3365-1642
APOIO
Secretaria de Educação, Ciências, Tecnologia de Angra dos Reis
OBS: Será fornecido Certificado de Participação aos previamente inscritos.
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