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"Sem dúvida, a Sociologia não valeria uma hora de trabalho... se não fosse para se atribuir a tarefa de restaurar às pessoas o significado de sua própria ação". [Pierre Bourdieu]
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26 de novembro de 2012

Encontro: Pensamento Social Brasileiro e Administração Pública

Programação: http://www.noticias.uff.br/noticias/2012/11/cartaz_final2012.pdf

Seminário Internacional: Proteção Social e Cidadania

O Seminário Internacional Proteção Social e Cidadania Hoje: Tendências e Desafios será realizado de 27 a 29 de novembro no auditório do Instituto de Geociências, Campus da Praia Vermelha, São Domingos, Niterói. As inscrições de trabalhos podem ser feitas até o dia 15 de outubro.

Na programação, constam palestras sobre sistemas de proteção social no mundo ocidental, mesas coordenadas com apresentações orais dos trabalhos selecionados, mesa-redonda sobre políticas públicas, desigualdade social e combate à pobreza, dentre outros temas. 

O seminário é gratuito e realizado pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social, da Escola de Serviço Social da UFF. Outras informações em www.uff.br/politicasocial.

25 de novembro de 2012

O que faz a Sociologia no currículo de um curso de Pedagogia?

Prezados alunos,

Seguem os slides de nossa primeira aula, na qual discutimos o papel da Pedagogia na sociedade contemporânea e a importância da Sociologia na formação do pedagogo.

Paramos o debate na reflexão de Pierre Bourdieu sobre a função da mensagem sociológica:

"Por mais cético que se possa ser sobre a eficácia social da mensagem sociológica, não se pode anular o efeito que ela pode exercer ao permitir aos que sofrem que descubram a possibilidade de atribuir seu sofrimento a causas sociais – e assim se sentirem desculpados. E fazendo conhecer amplamente a origem social, coletivamente oculta, da infelicidade sob todas as suas formas, inclusive as mais intimas e as mais secretas. Esta constatação, apesar das aparências, não tem nada de desesperador. O que o mundo social fez, o mundo social pode, armado deste saber, desfazer". (A miséria do mundo. Vozes, 1998, p. 735)

E foi a partir dela que lembramos a bela música de Gonzaguinha, "Guerreira Menino", que nos faz pensar sobre algumas das agruras do mundo moderno: o desemprego e o suicídio, fatos sociológicos por excelência.

Segue a letra prometida:

"Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
da própria candura

Guerreiros são pessoas
são fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
por dentro do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
que os tornem perfeitos

É triste ver meu homem
guerreiro menino
com a barra do seu tempo
com o nosso ideal
São frases perdidas num mundo
por sobre seus ombros
Eu vejo que ele sangra
Eu vejo que ele berra
a dor que tem no peito
pois ama e ama

Um homem se humilha
se castram seus sonhos
Seu sonho é sua vida
e vida é trabalho
E sem o seu trabalho
o homem não tem honra
E sem a sua honra
se morre, se mata

Não dá pra ser feliz,
não dá pra ser feliz..."


Nos encontramos, portanto, na próxima sexta para completar a apresentação do nosso programa e conversar mais sobre essa virtuosa relação entre Pedagogia e Sociologia.

E não esqueçam da leitura prévia que vai basear nossa conversa sobre "A crise civilizatória de uma sociedade racionalizada":

- RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociedade, educação e desencantamento. In: TOSI, A. Sociologia da Educação. 6ª ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. (pp. 51-69).

Forte abraço,

Prof. Marcos Marques




22 de novembro de 2012

Brasil de Fato: 10 anos


Prezados,

Segue abaixo o pedido de contribuição em apoio ao Jornal Brasil de Fato, que completa dez anos de existência.

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As elites bancam seus veículos de comunicação!

A classe trabalhadora precisa bancar sua imprensa!

Ajude a manter o Brasil de Fato!

Caro(a) amigo(a), leitor(a)

O nosso Brasil de Fato vai completar dez anos!

Embora nem pareça, mas já estamos chegando a uma década. Pois é, em 25 de janeiro de 2003, durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre (RS), era lançada a edição zero do Brasil de Fato. Num belíssimo ato político-cultural, no ginásio Araújo Viana, cerca de 5 mil pessoas – militantes sociais, estudantes, artistas, intelectuais, profissionais da comunicação etc. – presenciaram a criação deste veículo – um semanário político, de circulação nacional, para contribuir no debate de ideias e na análise dos fatos do ponto de vista da necessidade de mudanças sociais em nosso país.
Assim nascia o Brasil de Fato, resultado das aspirações de milhares de lutadores de movimentos populares, intelectuais de esquerda, sindicatos, jornalistas e artistas que se uniram para formar uma ampla rede nacional e internacional de colaboradores.
Mas, como é do conhecimento de todos, custa muito dinheiro fazer um jornal. A burguesia mantém seus veículos com muito dinheiro das grandes empresas, inclusive, com recursos públicos, através de verbas publicitárias que deveriam ser distribuídas democraticamente com os meios alternativos. Mas não é. Então, imagine caro leitor(a), como para nós é muito mais difícil fazer uma imprensa alternativa, popular, independente do capital financeiro e das grandes transnacionais. Ou seja, torna-se quase impossível manter um jornal independente, sem a ingerência do poder econômico do grande capital.
Durante esses quase dez anos, fomos mantidos pela contribuição de militantes, de movimentos sociais, assinaturas e pelas parcas publicidades institucionais de empresas públicas e governos progressistas e de esquerda. E não temos dúvidas: uma imprensa popular, alternativa, independente, só sobrevive com independência se for mantida pelos movimentos populares, sindicais, estudantis. Enfim, pela classe trabalhadora, suas organizações e sua militância.
Portanto, agora que estamos próximos de completar dez anos – o que para nós é sem dúvida uma conquista histórica da classe trabalhadora – recorremos novamente aos amigos, companheiros, militantes e às organizações da classe trabalhadora.
Hoje o Brasil de Fato precisa de sua ajuda. Participe da manutenção deste importante instrumento de luta. Ajude-nos a manter esse projeto e seguirmos firmes rumo aos 10 anos, em janeiro de 2013. Assim manteremos nossa batalha contra os grandes meios da burguesia.

Agora é a sua vez. Faça a sua parte!

Contribua com qualquer quantia, divulgue para seus amigos, faça assinaturas etc.

Como pode ajudar?

a) divulgando o jornal, as matérias, acessando e divulgando a pagina na internet (www.brasildefato.com.br);

b) Enviando sugestões de pautas e matérias para: nilton@brasildefato.com.br e agencia@brasildefato.com.br;

c) Articulando jornalistas amigos, estimulando-os a escrever matérias para o jornal, de sua região e setor social;

d) Republicando as matérias do Brasil de Fato em suas páginas na internet, veículos impressos, facebook etc.;

Mas precisamos também de seu apoio econômico.

Veja como você pode ajudar:

a) Assinando o jornal. Se já for assinante, presenteie um amigo, uma escola pública ou uma entidade com assinatura bienal ou quinquenal;

b) Assumindo uma contribuição de emergência, nesse momento difícil que estamos passando. Pode ser qualquer valor;

Veja abaixo as orientações. Mas você pode contribuir, por exemplo, com 100, 200 reais, quanto quiser... e debitar diretamente no seu cartão de crédito, parcelar etc;

Veja as orientações de como fazer essa contribuição, com as diferentes opções, acessando a nossa página na internet: www.brasildefato.com.br/assine

c) se você estiver em um movimento social (popular, sindical, camponês) veja como seu movimento pode fazer assinaturas coletivas, para diversos militantes.

Por favor reenvie para suas listas e amigos esse apelo.

PRECISAMOS MUITO DE SUA CONTRIBUIÇÃO. Sem ela não haverá imprensa popular neste país. E a burguesia seguirá financiando, contribuindo e garantindo a hegemonia de seus veículos de comunicação. E nós, da esquerda, dos movimentos sociais, ficaremos apenas criticando-os. É hora de assumirmos o compromisso de construir os nossos veículos!

Atenciosamente,

João Pedro Stedile – pelos movimentos sociais que articulam o Jornal Brasil de fato, e seus veiculos.

Nilton Viana – Editor-chefe

ASSINATURAS

Assine o BRASIL DE FATO impresso e receba todas as semanas, em sua casa, um jornal comprometido com uma visão popular dos fatos do Brasil e do mundo. Você pode pagar com cartão de crédito, cheque ou boleto bancário. Clique aqui e veja como é fácil assinar o Brasil de Fato agora mesmo, pela internet, ou então ligue para (0xx11) 2131-0800.

Esse é o boletim informativo do jornal Brasil de Fato, enviado eletronicamente. Se você não quer mais recebê-lo, envie um e-mail para o endereço agencia@brasildefato.com.br e coloque no assunto: descadastramento. Para passar a receber e acompanhar as atualização da página de nosso jornal, escreva para agencia@brasildefato.com.br e coloque no assunto: cadastramento

20 de novembro de 2012

Sociologia da Educação II (Turma N2 - Noite): Cronograma de Aulas

Prezad@s Alun@s,

Segue, abaixo, o cronograma de encontros da disciplina de "Sociologia da Educação II", Turma N2, Turno da Noite, que ocorrerão às sextas-feiras, das 18h às 22h:

Aula
Data
Tópico
1
23/nov
0. Apresentação do curso
2
30/nov
1. A sociologia compreensiva de Max Weber: crise civilizatória de uma sociedade racionalizada
3
07/dez
2. A gênese educacional brasileira: entre o público e o privado (Parte I: As origens da Educação no Brasil)

14/dez
2. A gênese educacional brasileira: entre o público e o privado (Parte II: A Igreja e o sistema de educação brasileiro)
5
04/jan
3. Retratos da Educação Brasileira: ontem e hoje
6
11/jan
Avaliação 1 - Prova Individual
7
18/jan
4. A Sociologia da Educação no Brasil (Parte I: A contribuição de Fernando de Azevedo)
8
25/jan
4. A Sociologia da Educação no Brasil (Parte II: A contribuição de Florestan Fernandes)
9
09/fev
Avaliação 2 - Estudo Dirigido
10
15/fev
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: I. Poder & Escola
11
22/fev
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: II. Escola & Violência
12
01/mar
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: III. Educação & Terceiro Setor
13
08/mar
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: IV. Bourdieu e a Educação
14
15/mar
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: V. Educação & Mídia
15
22/mar
6: Aula Final e Avaliação Geral: Como educar na pós-modernidade?


A Bibliografia Básica, por ordem de leitura, é a seguinte:

1. RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociedade, educação e desencantamento. In: TOSI, A. Sociologia da Educação. 6ª ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. (pp. 51-69).

2. OLIVEIRA, Marcos Marques de. Os empresários da educação e o sindicalismo patronal: o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro (1944-1990). Bragança Paulista, SP: EdUSF, 2002. (pp. 07-44).

3. VERA, Oscar. Estado atual da educação escolar. In: PEREIRA, Luiz (Org.). Desenvolvimento, trabalho e educação. RJ: Zahar, 1974.

4. FERNANDES, Florestan. Reforma educacional: a contribuição de Fernando de Azevedo. In: FERNANDES, F. A contestação necessária: retratos intelectuais de inconformistas e revolucionários. SP: Ática, 1995. (pp. 184-200).
5. OLIVEIRA, Marcos Marques de. O articulista Florestan: democracia e educação em tempos de neoliberalismo. In: FÁVERO, Osmar (Org.). Democracia e educação em Florestan Fernandes. Campinas, SP/Niterói, RJ: Autores Associados/EdUFF, 2005. (149-200).

6. TRAGTENBERG, Maurício. Relações de poder na escola. Lua Nova, vol.1, n.4, pp. 68-72, 1985.

7. CHARLOT, Bernard. A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam a questão. Sociologias, Porto Alegre, ano 4, n.8, pp. 432-443, jul/dez, 2002.

8. OLIVEIRA, Marcos Marques de. Terceiro setor, voluntariado e educação: os caminhos giddenianos para a privatização do público. In: TORRES, Artemis; SEMERARO, Giovanni; PASSOS, Luiz Augusto. Educação, fronteira política. Cuiabá, MT: EdUFMT, 2006. (pp. 37-48).

9. CATANI, Afrânio; CATANI, Denice; PEREIRA, Gilson. Pierre Bourdieu: as leituras de sua obra no campo brasileiro. In: TURA, M.; VILELA, R. Sociologia para educadores. Rio de Janeiro: Quartet, 2006. 4ª ed. (pp. 127-160).

10. MELO, Maria Benedito Portugal e. Escolas escolares e opções profissionais: entre a família, a escola e os amigos, que papel desempenham os media. Sociologia da Educação. Revista Luso-Brasileira, ano 2,  n.4, pp. 24-53, dez 2011.

11. SILVA, Marco. Educar em nosso tempo: desafios da teoria social pós-moderna. In: TURA, M.; MAFRA, L. Sociologia para educadores 2: o debate sociológico da educação no século XX e as perspectivas atuais. Rio de Janeiro: Quartet, 2005. (pp. 167-192).

Já a Bibliografia Complementar, é esta:

1. MAZZA, Débora. A história da Sociologia no Brasil contada pela ótica da Sociologia da Educação. In: TURA, Maria L. R (Org). Sociologia para educadores. RJ: Quartet, 2006. 4ª ed. (97-126).
2. OLIVEIRA, Marcos Marques de. Cidades-totais: o (nada) sublime espaço pós-moderno. Aparecida, SP: Idéias & Letras, 2013. (No prelo).
3. _______. Florestan Fernandes. Recife: Fundação Joaquim Nabuco / Editora Massangana, 2010. (Coleção Educadores/MEC).
4. _______. As origens da educação no Brasil: da hegemonia católica às primeiras tentativas de organização do ensino. Ensaio. Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 12, n. 45, p. 945-957, 2004.
5. _______. O desenvolvimento da ação sindical do ensino privado brasileiro. Rio de Janeiro: PREAL - Programa de Promoção da Reforma Educativa na América Latina; FGV - Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Caderno de Documentos).

E a Filmografia:

1. Florestan Fernandes – O mestre. Brasil, 2004. 50 min. Direção: Roberto Stefanelli.

Até o primeiro encontro... e um bom início de período letivo a todos!

Att. Marcos Marques
Professor de Sociologia da Educação - DED/IEAR

Livros gratuitos para calouros da UFF na EDUFF


A UFF oferece de presente um livro a todos os calouros de 2012. Os alunos podem escolher qualquer título do catálogo da Editora da UFF e retirar o seu exemplar* na Livraria Gragoatá.
Para quem está matriculado nos campi do interior, a dinâmica será a seguinte:
1. O aluno escolhe o livro no catálogo com os títulos disponíveis, publicado no site da editora (www.editora.uff.br), na seção Loja Virtual;
2. Na secretaria do campus, o aluno informa nome, número de matrícula e indica três títulos diferentes à sua escolha;
3. As direções dos campi enviam cópia do formulário à secretaria da Editora da UFF;
4. A Editora da UFF se encarrega de enviar os exemplares à secretaria do campus/curso, em nome da direção;
5. A direção entrega o exemplar ao aluno, que assina o recibo.
Detalhe: a entrega do título escolhido está sujeita ao número de exemplares em estoque e o aluno deve apresentar um documento oficial com foto.
Algumas sugestões de livros publicados por professores do IEAR/UFF:

13 de novembro de 2012

Vídeos do Seminário "Antonio Gramsci: Filosofia e Política"




De 31 de julho a 02 de agosto de 2012, o professor Fabio Frosini, da Universidade de Urbino (Itália), esteve na UFF, convidado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Filosofia, Política e Educação (NUFIPE), para ministrar o Seminário "Antonio Gramsci: Filosofia e Política", com o objetivo de investigar a relação dialética entre filosofia, política e educação a partir dos ensinamentos do pensador italiano.

Os encontros, dos quais participaram professores e educadores populares, além de alunos de Pedagogia, Filosofia e Ciências Sociais da UFF, foram gravados e estão disponíveis nos links abaixo.



O NUFIPE, coordenado pelo professor Giovanni Semeraro (FEUFF), está organizando para o próximo ano o II Seminário Internacional Gramsci e os Movimentos Populares.

Mantenham-se informados no site: http://www.nufipeuff.org

11 de novembro de 2012

Florestan Fernandes: marxismo, ciência e revolução




Sob o título acima, o blog "Marxismo 21", que divulga a produção teórica marxista no Brasil contemporâneo, está disponibilizando uma série de documentos sobre a trajetória intelectual e política de Florestan Fernandes.

São diversos textos do próprio Florestan e inúmeros artigos de pesquisadores sobre aspectos de sua vasta obra, além de entrevistas, vídeos e outros tipos de documentos.

Entre tantas contribuições, está o meu livro "Florestan Fernandes", que é um ensaio sobre o pensamento educacional do nosso maior sociólogo (minha opinião, claro), baseado em minha tese doutoral defendida em 2006 sob a orientação do professor Giovanni Semeraro (UFF).

Dos conselhos consultivo e/ou editorial de "Marxismo 21", vale ressaltar, participam alguns dos mais importantes pesquisadores marxistas do Brasil, tais como Caio Navarro de Toledo (Unicamp), Lincoln Secco (USP), Luiz Martins (USP), Maurício Vieira (UFF), Mauro Iasi (UFRJ), Plínio Sampaio Jr (Unicamp), Ronaldo Rosas (UFF) e Virgínia Fontes (UFF).

Boa leitura!


6 de novembro de 2012

Marxismo & Educação: teorias e práticas


Informações sobre o projeto "Marxismo & Educação: teorias e práticas", integrado ao programa de bolsas de Desenvolvimento Acadêmico, da PROAES/UFF

Descrição do projeto:
Investigações sobre a relação entre o pensamento marxista e o fenômeno educacional, com foco nas produções teóricas que embasaram, no século XX, perspectivas intelectuais sobre uma possível "pedagogia socialista" de superação do modo de produção capitalista e, em complemento, em experiências concretas de adoção de uma educação de tipo socialista, fora e dentro dos marcos do capitalismo. Serão analisadas, nesse sentido, as contribuições de Marx, Engels, Lenin, Krupskaya, Makarenko, Gramsci, Florestan Fernandes e, entre outros, Maurício Tragtemberg.

Objetivos:
Compreensão sociológica da contribuição do pensamento marxista para análise do fenômeno educacional, com destaque para as tentativas de superação do modo de produção capitalista e constituição uma sociabilidade que se quer socialista.

Total de Vagas: 3