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"Sem dúvida, a Sociologia não valeria uma hora de trabalho... se não fosse para se atribuir a tarefa de restaurar às pessoas o significado de sua própria ação". [Pierre Bourdieu]
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31 de dezembro de 2012

Pedagogia do IEAR/UFF teve reconhecimento renovado pelo MEC


O Ministério da Educação (MEC) renovou, no dia 27/12, por meio de portaria, o reconhecimento de 4.370 cursos superiores. A lista completa foi publicada no Diário Oficial da União. A renovação é feita de três em três anos, de acordo com o ciclo do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), e é requisito para a validade dos diplomas emitidos.

Para a análise, o MEC considera os resultados obtidos pelo curso nas avaliações. Aqueles que obtiveram Conceito Preliminar de Curso (CPC) 1 ou 2 são fiscalizados e podem ser descredenciados, caso seja comprovada alguma inconformidade com as normas da pasta. O CPC concede notas de 1 a 5.

As instituições com reconhecimento renovado têm o prazo de 60 dias para apresentar ao MEC o número de vagas a ser ofertado, o endereço, a denominação e o grau do curso. As informações servirão para atualizar o banco de dados do MEC e devem ser fornecidas no site do ministério.

Caso a instituição não se manifeste no prazo mencionado, as informações serão automaticamente renovadas, de acordo com os últimos dados do MEC sobre os cursos.

No caso do IEAR/UFF, o curso de Pedagogia teve seu reconhecimento renovado. Confira aqui.

27 de dezembro de 2012

Vagas em cursos de graduação e pós-graduação na UFF de Angra dos Reis

O Instituto de Educação de Angra dos Reis (IEAR/UFF) está oferecendo vagas em cursos de graduação e pós-graduação neste primeiro semestre de 2013. São 40 vagas para a licenciatura em Pedagogia, 39 para o bacharelado em Ciências Políticas (Ênfase em Políticas Públicas) e 45 para a especialização em Alfabetização dos Estudantes das Classes Populares.

As inscrições para os dois primeiros cursos são pelo SISU 2013.

Já informações sobre as inscrições para a seleção da especialização estão no link do Edital.

Att. Marcos Marques
Chefe do DED/IEAR

17 de dezembro de 2012

Lançamento de "Gramsci e os movimentos populares" na ADUFF



Prezados,

Tivemos o prazer de, na semana passada, lançar os últimos exemplares do livro Gramsci e os movimentos populares (organizado por mim, Marcos Marques de Oliveira, Giovanni Semeraro, Sonia Leitão e Percival Silva) durante um encontro na Associação de Docentes da UFF (ADUFF).

Veja matéria sobre o evento aqui.

No próximo ano, devido à grande procura, teremos uma segunda edição, revisada por mim, que inclui uma homenagem ao filósofo Carlos Nelson Coutinho.

A versão original, agora, só pode ser adquirida no formato e-book, no site da EDUFF.

Att. Marcos Marques

As origens da Educação no Brasil

Prezados alunos,

Nesse interregno, entre o fim de ano e as aulas que iremos retomar no dia 04 de janeiro de 2013, deixo, além de meu abraço e desejo de boas festas, uma sugestão de leitura.

O texto em questão é o artigo "As Origens da Educação no Brasil: Da hegemonia católica às primeiras tentativas de organização do ensino", de minha autoria, publicado na revista Ensaio: Avaliação de Políticas Públicas da Educação, editada pela Fundação Cesgranrio.

Ele pode ajudar na transição do debate que estamos fazendo, da relação entre a "ética protestante e o espírito do capitalismo", com base na obra de Max Weber, para o próximo tópico que visa investigar a gênese e a consolidação do sistema educacional brasileiro a partir do papel da Igreja Católica e, posteriormente, dos empresários da educação.

Até o próximo encontro!

Att. Marcos Marques

12 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer por Giovanni Semeraro

Giovanni Semeraro, Oscar Niemeyer e Domenico Losurdo

Prezados Alunos,

Segue link para um texto do professor Giovanni Semeraro (UFF), encaminhado ao filósofo italiano Domenico Losurdo, sobre Oscar Niemeyer: "Oscar Niemeyer, architetto e comunista". Ilustrando o texto, fotos do filósofo e do arquiteto, num período em que Niemeyer veio à UFF assistir uma palestra de Losurdo organizada pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas em Filosofia, Política e Educação (NUFIPE). Um belíssimo encontro que, em breve, deverá estar disponível no site do nosso núcleo (www.nufipeuff.org).

Na sexta-feira, continuamos a conversa sobre "A crise civilizatória de uma sociedade racionalizada", baseada na obra de Max Weber.

Até lá!

Prof. Marcos Marques
Sociologia da Educação

7 de dezembro de 2012

Resultados do ENADE 2011 - Cursos de Pedagogia no Estado do Rio de Janeiro

Prezados Alunos,

Saíram os resultados do último Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), relativo ao ano de 2011. O Enade avalia o rendimento dos alunos dos cursos de graduação, ingressantes e concluintes, em relação aos conteúdos programáticos dos cursos em que estão matriculados.

No caso dos cursos de Pedagogia de instituições públicas do Estado do Rio de Janeiro, a situação é a seguinte:



Sigla IES
Município
CPC Contínuo
CPC Faixa
UFF
ANGRA DOS REIS
3,8274
4
UENF
CAMPOS DOS GOYTACAZES
3,6875
Sem Reconhecimento
UNIRIO
RIO DE JANEIRO
3,3796
4
UFRRJ
SEROPÉDICA
2,9689
4
UFRRJ
NOVA IGUAÇU
2,7380
3
UERJ
RIO DE JANEIRO
2,6522
3
ISEPAM
CAMPOS DOS GOYTACAZES
2,3440
Sem Reconhecimento
INES
RIO DE JANEIRO
2,2553
3
UFRJ
RIO DE JANEIRO
1,8354
2
UFF
NITERÓI
1,7690
2
UERJ
SÃO GONÇALO
1,1239
2
UERJ
DUQUE DE CAXIAS
1,0903
2
 
Vale lembrar que o CPC (Conceito Preliminar de Curso) envolve vários critérios, que devem ser analisados particularmente para uma análise mais rigorosa. Mas, não é de se desprezar o resultado que alcançamos no IEAR/UFF.

Abs, Marcos Marques

5 de dezembro de 2012

NUFIPE apresenta: Encontros com a Filosofia - A Questão do Conhecimento



Encontros com a Filosofia

A Questão do Conhecimento

11/12/2012  Celso M. Azar e Carlos Tourinho
Conhecimento e ceticismo nas origens do mundo
moderno e do pensamento contemporâneo

12/12/2012  Tereza Calomeni e Martha D’Angelo
A crítica da cultura como crítica do conhecimento

13/12/2012  Ronaldo Rosas e Giovanni Semeraro
A construção do conhecimento na práxis do ser social


Universidade Federal Fluminense
Sala 318 – Bloco D – Campus do Gragoatá -  17.30h
Núcleo de Filosofia, Política e Educação NUFIPE

3 de dezembro de 2012

Weber e a Sociologia da Educação

Prezados Alunos,

Segue uma dica de leitura complementar para a nossa próxima aula, cujo tema será "A sociologia compreensiva de Max Weber: crise civilizatória de uma sociedade racionalizada".

O texto é "Max Weber e a Sociologia da Educação", de Carlos Eduardo Sell, professor do curso de pedagogia da FEBE (Fundação Educacional de Brusque) e do mestrado profissionalizante de gestão em políticas públicas da Univali.

Publicado na revista Contrapontos, o artigo de Sell destaca a contribuição do sociólogo Max Weber para os estudos educacionais, destacando sua tipologia das formas de educação e sua visão da evolução histórica das formas de educação, caracterizada como um progressivo processo de racionalização, na qual a educação assume cada vez mais um aspecto técnico.

Tem, portanto, bastante sintonia com o texto de Alberto Tosi Rodrigues ("Sociedade, educação e desencantamento"), indicado como leitura obrigatória, e colabora como ponto de partida para a compreensão da obra futura que iremos analisar: "Os empresários da educação e o sindicalismo patronal", de minha autoria.

Até sexta!

Marcos Marques

2 de dezembro de 2012

Meu perfil publicado por Luiz Antonio Pimentel

Prezados,

A título de curiosidade, difundo o meu perfil publicado no Jornal de Icaraí (edição 1992, de 01/12/2012),  escrito por Luiz Antonio Pimentel, o jornalista em atividade há mais tempo no Brasil.

Meus agradecimentos ao Pimentel, como é carinhosamente conhecido, pela sua generosidade.
Abs, Marcos Marques

26 de novembro de 2012

Encontro: Pensamento Social Brasileiro e Administração Pública

Programação: http://www.noticias.uff.br/noticias/2012/11/cartaz_final2012.pdf

Seminário Internacional: Proteção Social e Cidadania

O Seminário Internacional Proteção Social e Cidadania Hoje: Tendências e Desafios será realizado de 27 a 29 de novembro no auditório do Instituto de Geociências, Campus da Praia Vermelha, São Domingos, Niterói. As inscrições de trabalhos podem ser feitas até o dia 15 de outubro.

Na programação, constam palestras sobre sistemas de proteção social no mundo ocidental, mesas coordenadas com apresentações orais dos trabalhos selecionados, mesa-redonda sobre políticas públicas, desigualdade social e combate à pobreza, dentre outros temas. 

O seminário é gratuito e realizado pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Política Social, da Escola de Serviço Social da UFF. Outras informações em www.uff.br/politicasocial.

25 de novembro de 2012

O que faz a Sociologia no currículo de um curso de Pedagogia?

Prezados alunos,

Seguem os slides de nossa primeira aula, na qual discutimos o papel da Pedagogia na sociedade contemporânea e a importância da Sociologia na formação do pedagogo.

Paramos o debate na reflexão de Pierre Bourdieu sobre a função da mensagem sociológica:

"Por mais cético que se possa ser sobre a eficácia social da mensagem sociológica, não se pode anular o efeito que ela pode exercer ao permitir aos que sofrem que descubram a possibilidade de atribuir seu sofrimento a causas sociais – e assim se sentirem desculpados. E fazendo conhecer amplamente a origem social, coletivamente oculta, da infelicidade sob todas as suas formas, inclusive as mais intimas e as mais secretas. Esta constatação, apesar das aparências, não tem nada de desesperador. O que o mundo social fez, o mundo social pode, armado deste saber, desfazer". (A miséria do mundo. Vozes, 1998, p. 735)

E foi a partir dela que lembramos a bela música de Gonzaguinha, "Guerreira Menino", que nos faz pensar sobre algumas das agruras do mundo moderno: o desemprego e o suicídio, fatos sociológicos por excelência.

Segue a letra prometida:

"Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
da própria candura

Guerreiros são pessoas
são fortes, são frágeis
Guerreiros são meninos
por dentro do peito
Precisam de um descanso
Precisam de um remanso
Precisam de um sonho
que os tornem perfeitos

É triste ver meu homem
guerreiro menino
com a barra do seu tempo
com o nosso ideal
São frases perdidas num mundo
por sobre seus ombros
Eu vejo que ele sangra
Eu vejo que ele berra
a dor que tem no peito
pois ama e ama

Um homem se humilha
se castram seus sonhos
Seu sonho é sua vida
e vida é trabalho
E sem o seu trabalho
o homem não tem honra
E sem a sua honra
se morre, se mata

Não dá pra ser feliz,
não dá pra ser feliz..."


Nos encontramos, portanto, na próxima sexta para completar a apresentação do nosso programa e conversar mais sobre essa virtuosa relação entre Pedagogia e Sociologia.

E não esqueçam da leitura prévia que vai basear nossa conversa sobre "A crise civilizatória de uma sociedade racionalizada":

- RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociedade, educação e desencantamento. In: TOSI, A. Sociologia da Educação. 6ª ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. (pp. 51-69).

Forte abraço,

Prof. Marcos Marques




22 de novembro de 2012

Brasil de Fato: 10 anos


Prezados,

Segue abaixo o pedido de contribuição em apoio ao Jornal Brasil de Fato, que completa dez anos de existência.

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As elites bancam seus veículos de comunicação!

A classe trabalhadora precisa bancar sua imprensa!

Ajude a manter o Brasil de Fato!

Caro(a) amigo(a), leitor(a)

O nosso Brasil de Fato vai completar dez anos!

Embora nem pareça, mas já estamos chegando a uma década. Pois é, em 25 de janeiro de 2003, durante o Fórum Social Mundial, em Porto Alegre (RS), era lançada a edição zero do Brasil de Fato. Num belíssimo ato político-cultural, no ginásio Araújo Viana, cerca de 5 mil pessoas – militantes sociais, estudantes, artistas, intelectuais, profissionais da comunicação etc. – presenciaram a criação deste veículo – um semanário político, de circulação nacional, para contribuir no debate de ideias e na análise dos fatos do ponto de vista da necessidade de mudanças sociais em nosso país.
Assim nascia o Brasil de Fato, resultado das aspirações de milhares de lutadores de movimentos populares, intelectuais de esquerda, sindicatos, jornalistas e artistas que se uniram para formar uma ampla rede nacional e internacional de colaboradores.
Mas, como é do conhecimento de todos, custa muito dinheiro fazer um jornal. A burguesia mantém seus veículos com muito dinheiro das grandes empresas, inclusive, com recursos públicos, através de verbas publicitárias que deveriam ser distribuídas democraticamente com os meios alternativos. Mas não é. Então, imagine caro leitor(a), como para nós é muito mais difícil fazer uma imprensa alternativa, popular, independente do capital financeiro e das grandes transnacionais. Ou seja, torna-se quase impossível manter um jornal independente, sem a ingerência do poder econômico do grande capital.
Durante esses quase dez anos, fomos mantidos pela contribuição de militantes, de movimentos sociais, assinaturas e pelas parcas publicidades institucionais de empresas públicas e governos progressistas e de esquerda. E não temos dúvidas: uma imprensa popular, alternativa, independente, só sobrevive com independência se for mantida pelos movimentos populares, sindicais, estudantis. Enfim, pela classe trabalhadora, suas organizações e sua militância.
Portanto, agora que estamos próximos de completar dez anos – o que para nós é sem dúvida uma conquista histórica da classe trabalhadora – recorremos novamente aos amigos, companheiros, militantes e às organizações da classe trabalhadora.
Hoje o Brasil de Fato precisa de sua ajuda. Participe da manutenção deste importante instrumento de luta. Ajude-nos a manter esse projeto e seguirmos firmes rumo aos 10 anos, em janeiro de 2013. Assim manteremos nossa batalha contra os grandes meios da burguesia.

Agora é a sua vez. Faça a sua parte!

Contribua com qualquer quantia, divulgue para seus amigos, faça assinaturas etc.

Como pode ajudar?

a) divulgando o jornal, as matérias, acessando e divulgando a pagina na internet (www.brasildefato.com.br);

b) Enviando sugestões de pautas e matérias para: nilton@brasildefato.com.br e agencia@brasildefato.com.br;

c) Articulando jornalistas amigos, estimulando-os a escrever matérias para o jornal, de sua região e setor social;

d) Republicando as matérias do Brasil de Fato em suas páginas na internet, veículos impressos, facebook etc.;

Mas precisamos também de seu apoio econômico.

Veja como você pode ajudar:

a) Assinando o jornal. Se já for assinante, presenteie um amigo, uma escola pública ou uma entidade com assinatura bienal ou quinquenal;

b) Assumindo uma contribuição de emergência, nesse momento difícil que estamos passando. Pode ser qualquer valor;

Veja abaixo as orientações. Mas você pode contribuir, por exemplo, com 100, 200 reais, quanto quiser... e debitar diretamente no seu cartão de crédito, parcelar etc;

Veja as orientações de como fazer essa contribuição, com as diferentes opções, acessando a nossa página na internet: www.brasildefato.com.br/assine

c) se você estiver em um movimento social (popular, sindical, camponês) veja como seu movimento pode fazer assinaturas coletivas, para diversos militantes.

Por favor reenvie para suas listas e amigos esse apelo.

PRECISAMOS MUITO DE SUA CONTRIBUIÇÃO. Sem ela não haverá imprensa popular neste país. E a burguesia seguirá financiando, contribuindo e garantindo a hegemonia de seus veículos de comunicação. E nós, da esquerda, dos movimentos sociais, ficaremos apenas criticando-os. É hora de assumirmos o compromisso de construir os nossos veículos!

Atenciosamente,

João Pedro Stedile – pelos movimentos sociais que articulam o Jornal Brasil de fato, e seus veiculos.

Nilton Viana – Editor-chefe

ASSINATURAS

Assine o BRASIL DE FATO impresso e receba todas as semanas, em sua casa, um jornal comprometido com uma visão popular dos fatos do Brasil e do mundo. Você pode pagar com cartão de crédito, cheque ou boleto bancário. Clique aqui e veja como é fácil assinar o Brasil de Fato agora mesmo, pela internet, ou então ligue para (0xx11) 2131-0800.

Esse é o boletim informativo do jornal Brasil de Fato, enviado eletronicamente. Se você não quer mais recebê-lo, envie um e-mail para o endereço agencia@brasildefato.com.br e coloque no assunto: descadastramento. Para passar a receber e acompanhar as atualização da página de nosso jornal, escreva para agencia@brasildefato.com.br e coloque no assunto: cadastramento

20 de novembro de 2012

Sociologia da Educação II (Turma N2 - Noite): Cronograma de Aulas

Prezad@s Alun@s,

Segue, abaixo, o cronograma de encontros da disciplina de "Sociologia da Educação II", Turma N2, Turno da Noite, que ocorrerão às sextas-feiras, das 18h às 22h:

Aula
Data
Tópico
1
23/nov
0. Apresentação do curso
2
30/nov
1. A sociologia compreensiva de Max Weber: crise civilizatória de uma sociedade racionalizada
3
07/dez
2. A gênese educacional brasileira: entre o público e o privado (Parte I: As origens da Educação no Brasil)

14/dez
2. A gênese educacional brasileira: entre o público e o privado (Parte II: A Igreja e o sistema de educação brasileiro)
5
04/jan
3. Retratos da Educação Brasileira: ontem e hoje
6
11/jan
Avaliação 1 - Prova Individual
7
18/jan
4. A Sociologia da Educação no Brasil (Parte I: A contribuição de Fernando de Azevedo)
8
25/jan
4. A Sociologia da Educação no Brasil (Parte II: A contribuição de Florestan Fernandes)
9
09/fev
Avaliação 2 - Estudo Dirigido
10
15/fev
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: I. Poder & Escola
11
22/fev
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: II. Escola & Violência
12
01/mar
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: III. Educação & Terceiro Setor
13
08/mar
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: IV. Bourdieu e a Educação
14
15/mar
5. Novas Abordagens em Sociologia da Educação: V. Educação & Mídia
15
22/mar
6: Aula Final e Avaliação Geral: Como educar na pós-modernidade?


A Bibliografia Básica, por ordem de leitura, é a seguinte:

1. RODRIGUES, Alberto Tosi. Sociedade, educação e desencantamento. In: TOSI, A. Sociologia da Educação. 6ª ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007. (pp. 51-69).

2. OLIVEIRA, Marcos Marques de. Os empresários da educação e o sindicalismo patronal: o Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado do Rio de Janeiro (1944-1990). Bragança Paulista, SP: EdUSF, 2002. (pp. 07-44).

3. VERA, Oscar. Estado atual da educação escolar. In: PEREIRA, Luiz (Org.). Desenvolvimento, trabalho e educação. RJ: Zahar, 1974.

4. FERNANDES, Florestan. Reforma educacional: a contribuição de Fernando de Azevedo. In: FERNANDES, F. A contestação necessária: retratos intelectuais de inconformistas e revolucionários. SP: Ática, 1995. (pp. 184-200).
5. OLIVEIRA, Marcos Marques de. O articulista Florestan: democracia e educação em tempos de neoliberalismo. In: FÁVERO, Osmar (Org.). Democracia e educação em Florestan Fernandes. Campinas, SP/Niterói, RJ: Autores Associados/EdUFF, 2005. (149-200).

6. TRAGTENBERG, Maurício. Relações de poder na escola. Lua Nova, vol.1, n.4, pp. 68-72, 1985.

7. CHARLOT, Bernard. A violência na escola: como os sociólogos franceses abordam a questão. Sociologias, Porto Alegre, ano 4, n.8, pp. 432-443, jul/dez, 2002.

8. OLIVEIRA, Marcos Marques de. Terceiro setor, voluntariado e educação: os caminhos giddenianos para a privatização do público. In: TORRES, Artemis; SEMERARO, Giovanni; PASSOS, Luiz Augusto. Educação, fronteira política. Cuiabá, MT: EdUFMT, 2006. (pp. 37-48).

9. CATANI, Afrânio; CATANI, Denice; PEREIRA, Gilson. Pierre Bourdieu: as leituras de sua obra no campo brasileiro. In: TURA, M.; VILELA, R. Sociologia para educadores. Rio de Janeiro: Quartet, 2006. 4ª ed. (pp. 127-160).

10. MELO, Maria Benedito Portugal e. Escolas escolares e opções profissionais: entre a família, a escola e os amigos, que papel desempenham os media. Sociologia da Educação. Revista Luso-Brasileira, ano 2,  n.4, pp. 24-53, dez 2011.

11. SILVA, Marco. Educar em nosso tempo: desafios da teoria social pós-moderna. In: TURA, M.; MAFRA, L. Sociologia para educadores 2: o debate sociológico da educação no século XX e as perspectivas atuais. Rio de Janeiro: Quartet, 2005. (pp. 167-192).

Já a Bibliografia Complementar, é esta:

1. MAZZA, Débora. A história da Sociologia no Brasil contada pela ótica da Sociologia da Educação. In: TURA, Maria L. R (Org). Sociologia para educadores. RJ: Quartet, 2006. 4ª ed. (97-126).
2. OLIVEIRA, Marcos Marques de. Cidades-totais: o (nada) sublime espaço pós-moderno. Aparecida, SP: Idéias & Letras, 2013. (No prelo).
3. _______. Florestan Fernandes. Recife: Fundação Joaquim Nabuco / Editora Massangana, 2010. (Coleção Educadores/MEC).
4. _______. As origens da educação no Brasil: da hegemonia católica às primeiras tentativas de organização do ensino. Ensaio. Avaliação e Políticas Públicas em Educação, Rio de Janeiro, v. 12, n. 45, p. 945-957, 2004.
5. _______. O desenvolvimento da ação sindical do ensino privado brasileiro. Rio de Janeiro: PREAL - Programa de Promoção da Reforma Educativa na América Latina; FGV - Fundação Getúlio Vargas, 2001 (Caderno de Documentos).

E a Filmografia:

1. Florestan Fernandes – O mestre. Brasil, 2004. 50 min. Direção: Roberto Stefanelli.

Até o primeiro encontro... e um bom início de período letivo a todos!

Att. Marcos Marques
Professor de Sociologia da Educação - DED/IEAR